ANÚNCIO
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Há algumas horas, em Barcelona (Espanha), a Microsoft demonstrou a nova versão do seu sistema operacional, o Windows 8. O download gratuito da versão de testes do software também foi liberado durante o evente. Essa versão é chamada de Consumer Preview. Com ela, qualquer pessoa poderá experimentar as novas ferramentas gratuitamente, em qualquer PC ou tablet.
O Windows 8 foi projetado para atuar em uma ampla gama de dispositivos, e terá duas versões principais: uma que funciona com os chips tradicionais da linha x86 (fabricados pela Intel) para computadores pessoais e laptops, e uma nova versão para tablets, smartphones e outros aparelhos portáteis (com microprocessadores ARM). A Microsoft afirmou que planeja levar ao mercado, ao mesmo tempo, máquinas acionadas pelas versões ARM e Intel, mas ainda não definiu uma data.
Agora você vai conhecer um pouco mais sobre o Consumer Preview que, mesmo sendo uma versão beta, promete revolucionar o conceito de sistema operacional que eu, você e todos nós já vimos durante os últimos anos de existência do Windows.
Se você ainda não fez o download, basta acessar a página da Microsoft clicando aqui.
Leia antes de iniciar a instalação
Em primeiro lugar, vale lembrar que o Windows 8 Consumer Preview não é a versão final do sistema operacional, mas sim um modelo de testes para que você se habitue ao software. Como a própria equipe da Microsoft disse em seu blog oficial, o trabalho ainda está em andamento e algumas coisas podem (e com certeza vão) mudar antes do lançamento oficial. Além disso, a empresa quer que os consumidores comentem sobre o que acharam do preview, já que não seria nada estranho encontrar alguma falha ou bug durante a navegação.
Em segundo lugar, sua máquina precisa ter algumas especificações de hardware para operar o Windows 8. São eles:
- Processador de 1 GHz ou mais rápido
- Memória RAM de 1GB (32 bits) ou 2 GB (64 bits)
- Espaço em disco rígido de 16 GB (32 bits) ou 20 GB (64 bits)
- Placa de vídeo compatível com Microsoft DirectX 9 ou superior
- Resolução de tela de pelo menos 1024 x 768
- Adicional: para usar o sistema touchscreen, você precisará de um tablet ou monitor com suporte multitouch
- Adicional: para usar o recurso Snap (redimensionar as janelas abertas, arrastando-as para as bordas da tela), você precisará de uma tela com resolução mínima de 1366 x 768
BlackBerry 10: programadores não precisam sair da zona de conforto
01 de outubro de 2012 • 16h05
RIM diz que a nova plataforma BlackBerry 10 vem recebendo feedbacks positivos
Foto: Reuters
Comentar1
A Research In Motion (RIM) aposta na facilidade de desenvolvimento para atrair programadores para o novo sistema operacional BlackBerry 10, que será lançado no começo do ano que vem. A companhia quer atrair novos desenvolvedores para aumentar o número de aplicativos da plataforma. "O grande complicador da plataforma atual é que é um pouco mais difícil desenvolver. Com o BlackBerry 10, o desenvolvedor não precisa mais sair da zona de conforto dele", afirmou ao Terra o diretor-geral da RIM para o Brasil, João Stricker.
"O BlackBerry 10 não é simplesmente uma evolução de plataforma, é uma plataforma totalmente nova e redesenhada", disse. "Hoje já temos engajados com a gente todos os grandes desenvolvedores de aplicativos e games para o lançamento do BlackBerry 10", disse o executivo. Atualmente, o BlackBerry conta com 100 mil aplicativos em sua loja online, e um total de 3 bilhões de downloads, muito atrás dos concorrentes Android e iOS. A App Store, da Apple, já tem 550 mil aplicativos para iPhone, com a marca de 25 bilhões de downloads atingida em março. O Google chegou neste número em setembro.
Para atrair desenvolvedores para a nova plataforma, a RIM também se apoia também nos números que apontam que o BlackBerry é mais lucrativo para os desenvolvedores que os concorrentes. Segundo Stricker, os desenvolvedores conseguem 4% mais receita no BlackBerry do que conseguiriam no iOS, e 40% mais que no Android.
Além disso, a companhia canadense vem realizando uma série de eventos para atrair os desenvolvedores, os BlackBerry Jams. Na semana passada, a empresa realizou um desses encontros em San José, na Califórnia. Este é apenas um dos 30 Jams programados pela RIM, que reunirão um total de 9 mil desenvolvedores. "Nesses eventos os desenvolvedores trazem para perto da gente toda a capacidade que essa plataforma tem", diz o diretor. No Brasil, o evento já passou por Rio de Janeiro, Campinas e Recife. Neste mês, ainda estão programadas Jam em Porto Alegre (13/10) e São Paulo (27/10).
O BlackBerry 10
Durante o BlackBerry Jam na California, a RIM anunciou algumas novidades sobre a sua nova plataforma. O primeiro aparelho rodando o sistema operacional BlackBerry 10 será lançado no primeiro semestre de 2013, e terá tela touchscreen. Segundo a companhia, serão oferecidos em um primeiro momento seis aparelhos com a nova plataforma, o que inclui, além de dispositivos touchscreen, smartphones com o tradicional teclado QWERTY do BlackBerry.
Entre as principais novidades da plataforma estão o suporte à multitarefa, o BlackBerry Flow, que oferece integração total entre todas as aplicações, além de uma central de notificações que reúne com um simples gesto todas as novidades do aparelho.
iPad mini está sendo produzido no Brasil, diz site
02 de outubro de 2012 • 09h10 • atualizado às 09h35
Reduzir
Normal
Aumentar
Imprimir
Notícia
Site japonês diz que o iPad mini, uma versão menor do tablet da Apple, está sendo produzido no Brasil
Comentar0
O iPad mini está sendo produzido no Brasil, afirma o blog japonês Macotakara, que diz ter recebido a informação de uma fonte não revelada. A produção estaria em andamento na fábrica da Foxconn no País, diz o site.
"Segundo a minha fonte, o iPad teve a produção iniciada no Brasil. Eu não tenho informação de início da fabricação na China", escreve o blog.
Em julho, o mesmo blog afirmou que a produção seria iniciada em setembro no Brasil.
Ainda segundo o Macotakara, os aparelhos em produção no Brasil teriam um pequeno furo na parte de cima, o que seria para um microfone. Desenhos vazados do suposto aparelho já traziam o mesmo recurso.
Segundo rumores, convites para o anúncio do iPad Mini devem ser entregues à imprensa no dia 10 de outubro - o que pode significar que o produto será revelado uma semana depois e, seguindo a tradição da Apple, as vendas devem começar próximo ao final do mês. As informações são da CNN, que cita como fonte um grande investidor da empresa de tecnologia.
O iPad Mini lembra mais um grande iPod Touch do que um pequeno iPad, pelo que se vê em uma ilustração divulgada pelo iMore - sem qualquer confirmação da Apple, no entanto. Ele é mais leve e fino que o tablet, com uma tela de 7.85 polegadas de diâmetro, fácil de segurar com uma só mão. Tamanho e peso devem ser parecidos com o Nexus 7, do Google, e o Kindle Fire, da Amazon. Por enquanto, apenas rumores, já que nenhuma parte do mini iPad foi descoberta, como ocorreu com o iPhone 5.
Apesar de não haver confirmação da data do anúncio do iPad Mini, já circulam rumores quanto ao preço do dispositivo, que poderá chegar ao mercado por cerca de US$ 299.
Além disso, segundo fontes da indústria, a empresa AU Optronicis (AUO) teria entergue entre 400 mil e 500 mil telas de 7,85 polegadas para a Apple em setembro.
Ultrabook
O que é Ultrabook e qual suas vantagens
Uma nova era se inicia, e com ela suas novidades tecnológicas, uma das novidades que prometem chegar para ficar no mercado em 2012, são os Ultrabooks.
Mais afinal o que é um Ultrabook, qual suas vantagens. Essas são umas das maiores duvidas dos leitores atualmente.
Foi pensando nisso que resolvemos esclarecer essas e outras duvidas.
Pois bem, o Ultrabook é uma das maiores novidades no mercado mundial, e foi apresentado no CES 2012 como um novo formato para o velho notebook, deixando o para trás em diversos aspectos.
Apresentado como um novo conceito de notebook, desenvolvido pela Intel. Em maio de 2011, a fabricante de chips investiu nessa nova classe de computadores e, desde então, empresas como Acer, Asus, LG e HP já lançaram ou anunciaram modelos que seguem o novo conceito.
Veja expessura de um Ultrabook apresentado pela Intel no CES 2012
De acordo com a Intel para que um notebook se enquadrar na categoria de Ultrabook, é preciso que ele tenha menos de 21 milímetros de espessura, e o mais complicado, custe menos de mil dólares, aqui no Brasil essa faixa se estende a 2 mil reais de acordo com diretor de marketing da Intel no pais.
Mais ainda não chegamos nos seus pontos cruciais, o Ultrabook contem 3 grandes vantagens em comparação aos notebooks. Pouco peso, hardware mais potente, e bateria com maior durabilidade.
Os consumidores só contavam com 2 tipos de notebooks, os ultra-portáteis com hardware muito inferior aos convencionais, um exemplo de ultra-portátil é o netbook.
E posteriormente contavam com aqueles modelos superiores em questão de hardware, mais que nada tinha de portáteis, no qual consomem carga de suas baterias rapidamente.
Portanto, as principais vantagens dos Ultrabooks são:
segunda-feira, 23 de abril de 2012
FBI deixará fora do ar 350 mil computadores infectados por malware
A internet deixará de funcionar para mais de 350 mil pessoas desavisadas de que estão infectadas com o malware DNSChanger. A ação da polícia federal americana inclui um teste para que as pessoas verifiquem se estão com seus equipamentos infectados com resquícios de do vírus, que foi fruto de uma fraude cometida por um grupo de malfeitores da web — que conseguiu atingir mais de 4,2 milhões de computadores.
Em novembro do ano passado, o FBI realizou uma operação semelhante, chamada “Operation Ghost Click”, na qual seis estonianos foram presos por participar de uma quadrilha de crimes online. O malware usado pelo bando, o DNSChanger, conseguiu abocanhar mais de US$ 14 milhões (pouco mais de R$ 26 milhões, na cotação de hoje) em receita ilícita.
De acordo com o site Digital Trends, o malware em questão funciona da seguinte maneira: quando você clica em um link ou digita o endereço de um site no seu navegador, o computador envia a informação para um servidor DNS, que reenvia o pedido no formato de um endereço de IP correspondente, para que a página que você quer acessar possa ser encontrada.
O DNSChanger, por sua vez, capta os pedidos de IP que são feitos pelos navegadores e redireciona essas informações para um local próprio. Esse novo servidor transcreve a nova mensagem em endereços legítimos, porém, diferentes do que os usuários originais pretendiam entrar. Mais ou menos como tentar entrar no YouTube, e ser redirecionado para um site pornográfico.
HARDWARE
O Hardware é a parte física do computador, ou seja, é o conjunto de componentes eletrônicos, circuitos integrados e placas, que se comunicam através de barramentos. Em contraposição ao hardware, o software é a parte lógica, ou seja, o conjunto de instruções e dados que é processado pelos circuitos eletrônicos do hardware. Toda interação dos usuários de computadores modernos é realizada através do software, que é a camada, colocada sobre o hardware, que transforma o computador em algo útil para o ser humano. O termo -;hardware; não se refere apenas aos computadores pessoais, mas também aos equipamentos embarcados em produtos que necessitam de processamento computacional, como o dispositivos encontrados em equipamentos hospitalares, automóveis, aparelhos celulares, dentre outros. Na ciência da computação a disciplina que trata das soluções de projeto de hardware é conhecida como arquitetura de computadores
SOFTWARE
Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um programa correto e funcional, essa sequência segue padrões específicos que resultam em um comportamento desejado.[3]
O termo software foi cunhado na década de 1940 e é um trocadilho com o termo hardware. Hardware, em inglês, significa ferramenta física. Software seria tudo o que faz o computador funcionar excetuando-se a parte física dele.
Um programa pode ser executado por qualquer dispositivo capaz de interpretar e executar as instruções de que é formado.
Quando um software está representado como instruções que podem ser executadas diretamente por um processador dizemos que está escrito em linguagem de máquina. A execução de um software também pode ser intermediada por um programa interpretador, responsável por interpretar e executar cada uma de suas instruções. Uma categoria especial e notável de interpretadores são as máquinas virtuais, como a Máquina virtual Java (JVM), que simulam um computador inteiro, real ou imaginado.
O dispositivo mais conhecido que dispõe de um processador é o computador. Atualmente, com o barateamento dos microprocessadores, existem outras máquinas programáveis, como telefone celular, máquinas de automação industrial, calculadora, etc.
PLACA DE REDE
Serve para receber e enviar informação.
As placas de rede são periféricos de entrada e saída e são utilizadas para interligar um computador a uma rede local informática.
As placas de rede variam consoante o formato, a arquitectura, a tipologia e a cablagem utilizada.
Uma placa de rede é também chamada de adaptador de rede ou NIC, é um dispositivo de hardware responsável pela comunicação entre os computadores em uma rede.
Cada placa de rede possui uma identificação no sistema.
Cada placa de rede possui uma identificação no sistema. assim por diante. A configuração das placas é individual, ou seja, cada uma delas possui um endereço IP e uma máscara de sub-rede.
marcas de placas de rede mais conhecidas são:
realteck
3com
Allied Telesyn
apc
apple
asus
cisco
d-link
intel
etc....
tipos de entradas:
usb
wireless
pcmcia
rj 45
GABINETE
O gabinete, torre de computador ou caixa de computador (não confundir com CPU), é uma caixa, normalmente de metal, que aloja o computador. Existem vários padrões de gabinete no mercado, sendo que os mais comuns são AT e ATX. O formato do gabinete deve ser escolhido de acordo com o tipo de placa-mãe do micro.[1]
Quanto ao tipo, o gabinete pode ser Desktop AT e Desktop ATX,Gabinete AT e Gabinete ATX.
[editar]Desktop
É usado na posição horizontal (como o DVD Player). Sua característica é que ocupa pouco espaço em uma mesa, pois pode ser colocado embaixo do monitor. Uma desvantagem é que normalmente possui pouco espaço para a colocação de novas placas e periféricos. Outra desvantagem é a dificuldade na manutenção deste tipo de equipamento, mas em alguns casos os ganhos de espaço podem ser mais importantes que outras considerações. A palavra Desktop tem vários significados. Aqui Desktop e a denominação dado basicamente ao gabinete com os acessórios internos como processador, cooler, placa-mãe, fonte de alimentação, discos rígidos, CD-ROM, Gravador de CD, Leitor de DVD, Gravador de DVD etc. Num Desktop o monitor, o teclado, o mouse e as caixas de som são itens opcionais.
[editar]Mini-torre
É usado na posição vertical (torre). É o modelo mais usado. Uma das desvantagens é o espaço ocupado em sua mesa, a outra é que tem pouco espaço para colocar outras placas e periféricos. Utiliza fonte de alimentação padrão ATX.
[editar]Torre
Possui as mesmas características do mini-torre, mas tem uma altura maior e mais espaço para instalação de novos periféricos. Muito usado em servidores de rede e com placas que requerem uma melhor refrigeração.Utiliza fonte de alimentação padrão ATX.
[editar]SFF
É o acronimo de Small Form Factor, ou seja um gabinete de tamanho reduzido que pode ser utilizado na horizontal ou na vertical, mas não pode ser considerado um mini torre nem gabinete(deitado). Utiliza fonte de alimentação padrão SFX.
[editar]Refrigeração
Com a expansão da capacidade de processamento dos novos processadores, um problema surgiu: o super aquecimento; dando ao gabinete uma nova e importante função que é a refrigeração interna. Utilizam-se diversos artigos para proporcionar a saída do ar quente dos gabinetes, incluindo exaustores, que por padrão utilizam-se estes ventiladores fixados na direção do cooler (ventilador) do processador, removendo o ar quente do mesmo para fora.
A questão fica mais crítica para os entusiastas de jogos 3D com alto poder de processamento.
São softwares que para rodarem satisfatoriamente, exigem o aumento de parâmetros de frequência de clock de dispositivos da placa mãe, vídeo, processadores e memórias: gerando ainda mais calor.
Em gabinetes mais novos, são instalados dutos laterais como condutores do ar quente dos ventiladores de processadores para fora do computador, além de existirem no mercado componentes de refrigeração específicos para gamers e entusiastas 3D, que permite fazer todo o sistema trabalhar em regimes críticos, fazendo o controle eficiente da temperatura, sendo que alguns mais sofisticados se utilizam até mesmo de água ou freon
PLACA DE VÍDEO
Cabe à placa de vídeo gerar tudo o que vai aparecer em seu monitor, como imagens de jogos e de aplicações, efeitos, etc. Hoje, tem-se uma imensa variedade de placas, porém, as marcas mais conhecidas desse segmento são a ATI e a NVIDIA, duas fortes concorrentes. Na verdade, ambas produzem o chip gráfico (uma espécie de processador responsável pela geração de imagens, principalmente em aplicações 3D). Quem produz as placas são outras empresas, como MSI, Powercolor, Gigabyte, Asus, etc.
É possível encontrar no mercado placas-mãe que possuem placas de vídeo onboard, isto é, o vídeo já vem integrado junto à placa-mãe. Isso permite economia de gastos, porém afeta o desempenho do computador, já que o processador passa a fazer o trabalho que é executado pelo chip gráfico em placas normais. As placas de vídeo antigas usavam o slots PCI e AGP. Hoje, o padrão é a tecnologia PCI Express (PCI-E).
PRA QUE SERVE A PLACA MÃE?
Placa-mãe é o circuito impresso central de um computador pessoal, onde ficam a maior parte dos componentes cruciais do sistema e conectores para periféricos.
AT é a sigla para Advanced Tecnology.Trata-se de um tipo de placa-mãe já antiga. Seu uso foi constante de 1983 até 1996. Um dos fatores que contribuíram para que o padrão AT deixasse de ser usado (e o ATX fosse criado), é o espaço interno reduzido, que com a instalação dos vários cabos do computador (flat cable, alimentação), dificultavam a circulação de ar, acarretando, em alguns casos danos permanentes à máquina devido ao super aquecimento. Isso exigia grande habilidade do técnico montador para aproveitar o espaço disponível da melhor maneira. Além disso, o conector de alimentação da fonte AT, que é ligado à placa-mãe, é composto por dois plugs semelhantes (cada um com seis pinos), que devem ser encaixados lado a lado, sendo que os fios de cor preta de cada um devem ficar localizados no meio. Caso esses conectores sejam invertidos e a fonte de alimentação seja ligada, a placa-mãe será fatalmente queimada. Com o padrão AT, é necessário desligar o computador pelo sistema operacional, aguardar um aviso de que o computador já pode ser desligado e clicar no botão "Power" presente na parte frontal do gabinete. Somente assim o equipamento é desligado. Isso se deve a uma limitação das fontes AT, que não foram projetadas para fazer uso do recurso de desligamento automático. Os modelos AT geralmente são encontrados com slots ISA, EISA, VESA nos primeiro modelos e, ISA e PCI nos mais novos AT (chamando de baby AT quando a placa-mãe apresenta um tamanho mais reduzido que os dos primeiros modelos AT). Somente um conector "soldado" na própria placa-mãe, que no caso, é o do teclado que segue o padrão DIN e o mouse utiliza a conexão serial. Posição dos slots de memória RAM e soquete de CPU sempre em uma mesma região na placa-mãe, mesmo quando placas de fabricantes diferentes. Nas placas AT são comuns os slots de memória SIMM ou SDRAM, podendo vir com mais de um dos padrões na mesma plac
Modelo de transição entre o AT e o ATX, uma vez que as duas tecnologias são encontradas simultaneamente. Esta é uma estratégia criada pelos fabricantes para obterem maior flexibilidade comercial.
ATX é a sigla para (Advanced Technology Extended). Pelo nome, é possível notar que trata-se do padrão AT aperfeiçoado. Um dos principais desenvolvedores do ATX foi a Intel. O objetivo do ATX foi de solucionar os problemas do padrão AT (citados anteriormente), o padrão apresenta uma série de melhorias em relação ao anterior. Atualmente a maioria dos computadores novos vêm baseados neste padrão. Entre as principais características do ATX, estão:
Quanto à fonte de alimentação, encontramos melhoras significativas. A começar pelo conector de energia ligado à placa-mãe. Ao contrário do padrão AT, não é possível encaixar o plug de forma invertida. Cada orifício do conector possui um formato, que dificulta o encaixe errado. A posição dos slots de memória RAM e socket de CPU variam a posição conforme o fabricante. Nestas placas serão encontrados slots de memória SDRAM, Rambus, DDR, DDR2 ou DDR3, podendo vir com mais de um dos padrões na mesma placa-mãe. Geralmente os slots de expansão mais encontrados são os PCI, AGP, AMR/CNR e PCI-Express. As placas mais novas vêm com entrada na própria placa-mãe para padrões de disco rígido IDE, Serial ATA ou Serial ATA II. Gerenciamento de energia quando desligado o micro, suporta o uso do comando "shutdown", que permite o desligamento automático do micro sem o uso da chave de desligamento encontrada no gabinete. Se a placa mãe for alimentada por uma fonte com padrão ATX é possível ligar o computador utilizando um sinal externo como, por exemplo, uma chamada telefônica recebida pelo modem instalado.
BTX é um formato de placas-mãe criado pela intel e lançado em 2003 para substituir o formato ATX. O objetivo do BTX foi otimizar o desempenho do sistema e melhorar a ventilação interna. Atualmente, o desenvolvimento desse padrão está parado.
Formato de placas-mãe usado por alguns PCs "de marca" como por exemplo Compaq. Seu principal diferencial é não ter slots. Os slots estão localizados em uma placa a parte, também chamada "backplane", que é encaixada à placa-mãe através de um conector especial. Seu tamanho padrão é de 22 cm x 33 cm. Existe ainda um padrão menor, chamado Mini LPX, que mede 25,4 cm x 21,8 cm.
Esse padrão foi criado para permitir PCs mais "finos", já que as placas de expansão em vez de ficarem perpendiculares à placa-mãe, como é o normal, ficam paralelas.
Após o padrão de placas-mãe ATX ter sido lançado, uma versão do LPX baseada no ATX foi lançada, chamada NLX.
Visualmente falando é fácil diferenciar uma placa-mãe LPX de uma NLX. No padrão LPX o conector para a placa de expansão (backplane) está localizado no centro da placa-mãe e este é um conector parecido com um slot (conector "fêmea"). Já no padrão NLX o conector para a placa de expansão está localizado em uma das laterais da placa, e é um contato de borda contendo 340 pinos, similar ao usado por placas de expansão (ou seja, é um conector "macho").
É um padrão de placa-mãe criado em 2001 pela VIA Technologies.[1]
Destinada a computadores altamente integrados e compactados, com a filosofia de oferecer não o computador mais rápido do mercado, mas sim o mais barato, já que na maioria das vezes as pessoas usam um computador para poder navegar na Internet e editar textos.
A intenção da placa-mãe ITX é ter tudo on-board, ou seja, vídeo, áudio, modem e rede integrados na placa-mãe.
Outra diferença dessa placa-mãe está em sua fonte de alimentação. Como possui menos periféricos, reduzindo assim o consumo de energia, sua fonte de alimentação pode ser fisicamente menor, possibilitando montar um computador mais compacto.
DISCO RÍGIDO
Disco rígido ou disco duro, popularmente chamado também de HD (derivação de HDD do inglês hard disk drive) ou winchester (termo em desuso), "memória de massa" ou ainda de "memória secundária" é a parte do computador onde são armazenados os dados.[1] O disco rígido é uma memória não-volátil, ou seja, as informações não são perdidas quando o computador é desligado, sendo considerado o principal meio de armazenamento de dados em massa.[2] Por ser uma memória não-volátil, é um sistema necessário para se ter um meio de executar novamente programas e carregar arquivos contendo os dados inseridos anteriormente quando ligamos o computador. Nos sistemas operativos mais recentes, ele é também utilizado para expandir a memória RAM, através da gestão de memória virtual. Existem vários tipos de interfaces para discos rígidos diferentes: IDE/ATA, Serial ATA, SCSI, Fibre channel, SAS.
O primeiro disco rígido foi construído pela IBM em 1956, e foi lançado em 16 de Setembro de 1957.[3] Era formado por 50 discos magnéticos contendo 50 000 setores, sendo que cada um suportava 100 caracteres alfanuméricos, totalizando uma capacidade de 5 megabytes, incrível para a época. Este primeiro disco rígido foi chamado de 305 RAMAC (Random Access Method of Accounting and Control) e tinha dimensões de 152,4 centímetros de comprimento, 172,72 centimetros de largura e 73,66 centímetros de altura.[3]
Em 1973 a IBM lançou o modelo 3340 Winchester, com dois pratos de 30 megabytes e tempo de acesso de 30 milissegundos. Assim criou-se o termo 30/30 Winchester (uma referência à espingarda Winchester 30/30), termo muito usado antigamente para designar HDs de qualquer espécie. Ainda no início da década de 1980, os discos rígidos eram muito caros e modelos de 10 megabytes custavam quase 2 mil dólares americanos, enquanto em 2009 compramos modelos de 1.5 terabyte por pouco mais de 100 dólares. Ainda no começo dos anos 80, a mesma IBM fez uso de uma versão pack de discos de 80 megabytes, usado nos sistemas IBM Virtual Machine. Os discos rigidos foram criados originalmente para serem usados em computadores em geral.
Mas no século 21 as aplicações para esse tipo de disco foram expandidas e agora são usados em câmeras filmadoras, ou camcorders nos Estados Unidos; tocadores de música como Ipod, mp3 player; PDAs; videogames, e até em celulares. Para exemplos em videogames temos o Xbox360 e o Playstation 3, lançados em 2005 e 2006 respectivamente, com esse diferencial, embora a Microsoft já tivesse lançado seu primeiro Xbox (em 2001) com disco rígido convencional embutido. Já para celular os primeiros a terem essa tecnologia foram os da Nokia e da Samsung.[4] E também devemos lembrar que atualmente o disco rigido não é só interno, existem também os externos, que possibilitam o transporte de grandes quantidades de dados entre computadores sem a necessidade de rede.
Como os dados são gravados e lidos
Os discos magnéticos de um disco rígido são recobertos por uma camada magnética extremamente fina. Na verdade, quanto mais fina for a camada de gravação, maior será sua sensibilidade, e conseqüentemente maior será a densidade de gravação permitida por ela. Poderemos, então, armazenar mais dados num disco do mesmo tamanho, criando HDs de maior capacidade. Os primeiros discos rígidos, assim como os discos usados no início da década de 80, utilizavam a mesma tecnologia de mídia magnética utilizada em disquetes, chamada coated media, que além de permitir uma baixa densidade de gravação, não é muito durável. Os discos atuais já utilizam mídia laminada (plated media), uma mídia mais densa, de qualidade muito superior, que permite a enorme capacidade de armazenamento dos discos modernos.
A cabeça de leitura e gravação de um disco rígido funciona como um eletroímã semelhante aos que estudamos nas aulas de ciências e física do colegial, sendo composta de uma bobina de fios que envolve um núcleo de ferro. A diferença é que, num disco rígido, este eletroímã é extremamente pequeno e preciso, a ponto de ser capaz de gravar trilhas medindo menos de um centésimo de milímetro de largura. Quando estão sendo gravados dados no disco, a cabeça utiliza seu campo magnético para organizar as moléculas de óxido de ferro da superfície de gravação, fazendo com que os pólos positivos das moléculas fiquem alinhados com o pólo negativo da cabeça e, conseqüentemente, com que os pólos negativos das moléculas fiquem alinhados com o pólo positivo da cabeça. Usamos, neste caso, a velha lei "os opostos se atraem". Como a cabeça de leitura e gravação do HD é um eletroímã, sua polaridade pode ser alternada constantemente. Com o disco girando continuamente, variando a polaridade da cabeça de gravação, variamos também a direção dos pólos positivos e negativos das moléculas da superfície magnética. De acordo com a direção dos pólos, temos um bit 1 ou 0 (sistema binário).
Para gravar as sequências de bits 1 e 0 que formam os dados, a polaridade da cabeça magnética é mudada alguns milhões de vezes por segundo, sempre seguindo ciclos bem determinados. Cada bit é formado no disco por uma seqüência de várias moléculas. Quanto maior for a densidade do disco, menos moléculas serão usadas para armazenar cada bit, e teremos um sinal magnético mais fraco. Precisamos, então, de uma cabeça magnética mais precisa. Quando é preciso ler os dados gravados, a cabeça de leitura capta o campo magnético gerado pelas moléculas alinhadas. A variação entre os sinais magnéticos positivos e negativos gera uma pequena corrente elétrica que caminha através dos fios da bobina. Quando o sinal chega à placa lógica do HD, ele é interpretado como uma seqüência de bits 1 e 0. Desse jeito, o processo de armazenamento de dados em discos magnéticos parece ser simples, e realmente era nos primeiros discos rígidos (como o 305 RAMAC da IBM), que eram construídos de maneira praticamente artesanal. Apesar de nos discos modernos terem sido incorporados vários aperfeiçoamentos, o processo básico continua sendo o mesmo.
PROCESSADOR
O processador é o cérebro do micro, encarregado de processar a maior parte das informações. Ele é também o componente onde são usadas as tecnologias de fabricação mais recentes. O processador é o componente mais complexo e freqüentemente o mais caro, mas ele não pode fazer nada sozinho. Como todo cérebro, ele precisa de um corpo, que é formado pelos outros componentes do micro, incluindo memória, HD, placa de vídeo e de rede, monitor, teclado e mouse. Dentro do mundo PC, tudo começou com o 8088, lançado pela Intel em 1979 e usado no primeiro PC, lançado pela IBM em 1981.
Depois veio o 286, lançado em 1982, e o 386, lançado em 1985. O 386 pode ser considerado o primeiro processador moderno, pois foi o primeiro a incluir o conjunto de instruções básico, usado até os dias de hoje. O 486, que ainda faz parte das lembranças de muita gente que comprou seu primeiro computador durante a década de 1990, foi lançado em 1989, mas ainda era comum encontrar micros com ele à venda até por volta de 1997. Depois entramos na era atual, inaugurada pelo Pentium, que foi lançado em 1993, mas demorou alguns anos para se popularizar e substituir os 486.
Em 1997 foi lançado o Pentium MMX, que deu um último fôlego à plataforma. Depois, em 1997, veio o Pentium II, que usava um encaixe diferente e por isso era incompatível com as placas-mãe antigas. A AMD soube aproveitar a oportunidade, desenvolvendo o K6-2, um chip com uma arquitetura similar ao Pentium II, mas que era compatível com as placas soquete 7 antigas. A partir daí as coisas passaram a acontecer mais rápido. Em 1999 foi lançado o Pentium III e em 2000 o Pentium 4, que trouxe uma arquitetura bem diferente dos chips anteriores, otimizada para permitir o lançamento de processadores que trabalham a freqüências mais altas. O último Pentium III trabalhava a 1.0 GHz, enquanto o Pentium 4 atingiu rapidamente os 2.0 GHz, depois 3 GHz e depois 3.5 GHz. O problema é que o Pentium 4 possuía um desempenho por ciclo de clock inferior a outros processadores, o que faz com que a alta freqüência de operação servisse simplesmente para equilibrar as coisas.
A primeira versão do Pentium 4 operava a 1.3 GHz e, mesmo assim, perdia para o Pentium III de 1.0 GHz em diversas aplicações. Quanto mais alta a freqüência do processador, mais ele esquenta e mais energia consome, o que acaba se tornando um grande problema. Quando as possibilidades de aumento de clock do Pentium 4 se esgotaram, a Intel lançou o Pentium D, uma versão dual-core do Pentium 4. Inicialmente os Pentium D eram caros, mas com o lançamento do Core 2 Duo eles caíram de preço e passaram a ser usados até mesmo em micros de baixo custo.
Os Pentium D eram vendidos sob um sistema de numeração e não sob a freqüência real de clock. O Pentium D 820, por exemplo, opera a 2.8 GHz, enquanto o 840 opera a 3.2 GHz. Em 2003 a Intel lançou o Pentium M, um chip derivado da antiga arquitetura do Pentium III, que consome pouca energia, esquenta pouco e mesmo assim oferece um excelente desempenho. Um Pentium M de 1.4 GHz chega a superar um Pentium 4 de 2.6 GHz em diversas aplicações. O Pentium M foi desenvolvido originalmente para ser usado em notebooks, mas se mostrou tão eficiente que acabou sendo usado como base para o desenvolvimento da plataforma Core, usada nos processadores Core 2 Duo fabricados atualmente pela Intel. O Pentium 4 acabou se revelando um beco sem saída, descontinuado e condenado ao esquecimento.
Paralelamente a todos esses processadores, temos o Celeron, uma versão mais barata, mas com um desempenho um pouco inferior, por ter menos cache ou outras limitações. Na verdade, o Celeron não é uma família separada de chips, mas apenas um nome comercial usado nas versões mais baratas (com metade ou um quarto do cache) de vários processadores Intel. Existem Celerons baseados no Pentium II, Pentium III, Pentium 4, Pentium M e também o Celeron 4xx, que é uma versão single-core (e com menos cache) do Core 2 Duo.
PARA QUE SERVE A MEMÓRIA RAM
Memória RAM é um sistema de armazenamento de dados. RAM significa Random Access Memory, Memória de Acesso Aleatório, em inglês, e esta nomenclatura se deve ao fato de que o sistema acessa dados armazenados de maneira não-sequencial, ao contrário de outros tipos de memória. A memória RAM é volátil, ou seja, não grava de modo permanente os dados nela contidos. Quando a alimentação do sistema é cortada, tudo que foi guardado é perdido.
O sistema é bastante útil para o processamento de dados, pois disponibiliza espaço para informações cruciais, que podem ser acessadas de maneira quase imediata, ao contrário de outras formas de armazenamento, como discos rígidos, CDs ou DVDs. O sistema operacional, assim como aplicativos e dados em uso são armazenados na memória RAM, permitindo que o processador trabalhe estas informações rapidamente.
Assinar:
Postagens (Atom)









